Tem gente que vem na vida da gente de presente!
Um desses presentes tem nome! Na verdade, eu gostaria de ter tido inspiração para escrever sobre fazer "15 anos". Mas meus quinze anos foram tão malucos, cheio de tragédias e loucuras que eu nem consigo escrever sobre isso para a pessoa que eu quero homenagear hoje.
Mas é assim. Tem gente que não nasce, faz estreia. Pode parecer cliché, mas com essa mocinha foi assim. Nasceu mostrando o dedo do meio!
E foi uma correria para essa baixinha nascer hein! Só os Berrocal mesmo para lembrar tudo que aconteceu.
Além de ter gente na vida que nasceu para ser presente, tem aquelas que nasceram para ser MILAGRE.
Essa é a Camila Berrocal, uma das minhas princesas. Hoje ela completa 15 anos!
QUINZE ANOS que ela é um presente nas nossas vidas. Às vezes um presente de grego, confesso, mas que moça linda essa menina tá ficando hein?
Quando a Camila nasceu há quinze anos, essa hora, estava uma correria sem tamanho! Só nós da família sabemos porque, mas posso dizer. Se o milagre existe, o sorriso e a saúde dela é uma prova disso.
Ela é filha da minha "meio-irmã" Claudia, já falecida. O pai Vilmar faleceu quando ela tinha 5 meses e a mãe quando ela tinha 5 anos. Mas ela já era nosso presente, daí, só ficou legalizado (risos).
Então, fico me lembrando, quando ela era bebezinha, chorona! A gente vestia ela de boneca, com as roupas do "Meu Bebê". Aquele bonecão grande e lindo. Carequinha, com uma pele branca, branca que ficava vermelhinha.
E eu falava: "Branca, vem com a tia".
Dai, a Carol, pequenininha falava: "Mas tia, a Tamila não é banca, ela é memeia" (sic)
E eu ria. E ela chorava!
Camila é poetisa. Escreve muito bem, e observo isso nela. Tem bom texto, mas não quer ser jornalista, mas me emocionou quando disse que queria ser professora, agora ela já está mudando de ideia, mas tenho certeza que ela pode ser o que quiser.
Camila por mim chamaria Valentina, ela nasceu no dia dos namorados! (risos) E mais, ela ganha presente de dia dos namorados e pode dizer que é de aniversário!
Camila já beija na boca (óh céus!) e quando levei elas numa "baladinha", quase cai de costas com os meninos tudo em cima, jogando charme. Foi no show do Jorge e Mateus e eu disse:
"Meninas, a tia vai lá assistir o show, porque se não eu bato em um hoje" (risos)
Sou aquelas tias meio mãe. Chata! Coruja, babona, briguenta e se for preciso viro uma leoa! E já briguei muito pela Camila. Um dia não sei quem disse: "Mas ela não tem mãe"
"Tem sim! E tem mais que você", eu respondi de pronto. Camila é tão "gente que é presente" que Lais foi mãe e é a mãe, a "vó" Ana é a mais mãe de todas, e tem pai, porque o Tio Lelé é pai, e daqueles chato seboso que pega no pé! E tem o vô Luiz. Oras, quem tem tudo isso de pai e mãe?
Na formatura da 8ª série dela ano passado, eu chorei. Camila foi a oradora, e na hora de chamá-la lembro que a professora a descreveu certinha. Ela já deu trabalho, é aluna indisciplinada (eu também fui!) mas ao mesmo tempo é doce e companheira.
Hoje, eu queria te condições de dar a ela uma jóia, ou um presentão daqueles de parar o trânsito. Ou mesmo uma festa. Mas não consegui!
Então, Camila, você que é nosso presente, posso te dar um pouquinho do dom que Deus me deu, que é escrevendo um texto para você.
"Lá vai a menina bonita,
a vida passando e o sorriso brilhando
Camila passeia, deslumbra o mundo
E mesmo diante das pedras, consegue encontrar uma flor
A flor que adorna o cabelo, e ela continua seu passeio...
Por que Camila bem sabe, sabe que tudo pode acontecer
E com o sorriso ela vai conquistar o mundo e aquilo que um dia disseram que era impossível, virou só um detalhe"
Te amo, minha Branca.
O verbo "jornalistar" existe? Oras, bolas, claro que existe! E eu faço o que? Minha vida é viver jornalistando, assim no gerúndio, pois eu vivo o jornalista o tempo todo. Vou vivendo e jornalistando... Sempre...
terça-feira, 12 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Vida de Jornalete
Todo dia acordo
cedo,
Com a pauta na
cabeça,
Quando eu chego no
jornal, encontro um jabá
Tá sempre cheia a redação
Faço cidades e serão
Faço cidades e serão
No outro dia, a
manchete é do QIzão
Queria ver o dono
escrevendo o jabá,
Eu ia rir de me acabar
Queria ver
patrãozinho aqui no meu lugar
Quando a chuva
despencar
Minha colega quis
botar
Aplique no cabelo dela,
Gastou um extra que era da parcela
Aplique no cabelo dela,
Gastou um extra que era da parcela
Os cara da
diagramação,
Ganham quase o meu salário
Ganham quase o meu salário
Ficam rindo que o
diploma não vale mais nada
Queria ver o dono
escrevendo o jabá,
Eu ia rir de me acabar
Queria ver
patrãozinho aqui no meu lugar
Quando a chuva
despencar
Levo a vida de
jornalete eu pego as 7,
Se o plantão tem
acidente, não tem hora p/voltar
Um dia compro apartamento e viro socialite
Ou vou pra Globo famosa ficar!
Um dia compro apartamento e viro socialite
Ou vou pra Globo famosa ficar!
Bom, isso foi só uma "tentativa" de homenagear todas minhas amigas e colegas JORNALETES!
Não aparece todo mundo, queria que tivesse mais gente, mas cada um pode "homenagear" sua (seu) jornalete.
E quem quiser fazer um clip, bora lá?
segunda-feira, 21 de maio de 2012
o luto de um espaço no coração
Sobre velórios, lutos e enterros é tão difícil falar né? Tem gente que acredita que a morte é algo que acontece apenas com "seres" físicos. Mas muitas vezes, a "morte" de um relacionamento também nos causam luto.
Estou vivendo um momento completamente "importente". Importante, mas que me sinto impotente diante de algumas situações. E nisso, em todos esses percalços que venho enfrentando, vou montando um quebra-cabeças da vida...
Alguns falam algumas coisas aqui, eu filtro e pego o que serve para mim...outros falam alguma coisa na outra frente, outra vez eu filtro e fico com aquilo que se encaixa nesse quebra-cabeça.
Quinta-feira (17) eu estava ouvindo uma palestra no grupo espírita que frequento quando o palestrante disse algo no sentido do coração ser um espaço restrito, onde colocamos apenas pessoas especiais. E aquilo ficou na minha mente.
"O coração é um espaço muito precioso, pois não cabe tanta gente, então, colocamos nele pessoas que consideramos importantes, é um espaço muito restrito. Então, quando alguém nos fere o coração, principalmente alguém que amamos, é uma difícil recuperação"
Atualmente ando conversando com algumas pessoas amigas, que passaram ou estão passando por situação semelhante, ou seja, alguém também lhes feriu esse espaço restrito, seja um amigo, um namorado, marido, namorada ou parente...
E vejo o quanto é importante cuidarmos do coração em que temos um espaço. Só nos ferem aqueles quem amamos, isso é fato e o que dizem na crendice popular: "Ah, deixa para lá!". "Não sofre!" "Não ligue"
Meu quebra-cabeça é montado de maneira diferente... Eu sofro! Eu choro! Eu reclamo, demonstro insatisfação (dentro de um limite, claro), e digo aqueles que também estão sofrendo:
"Sofra, chore, sofra tudo! Vele seus mortos e viva o luto assim que conseguir enterrá-los"
Mas continuo com a máxima de que cada um sabe o seu próprio tempo...
E assim vou montando meu quebra-cabeças da vida, porque só eu sei o meu tempo, só eu sei o meu caminho, mas ainda posso contar com a ajuda preciosa das pessoas...
E depois que passar o luto, seja ele qual for, certamente os sorrisos serão mais firmes!
Estou vivendo um momento completamente "importente". Importante, mas que me sinto impotente diante de algumas situações. E nisso, em todos esses percalços que venho enfrentando, vou montando um quebra-cabeças da vida...
Alguns falam algumas coisas aqui, eu filtro e pego o que serve para mim...outros falam alguma coisa na outra frente, outra vez eu filtro e fico com aquilo que se encaixa nesse quebra-cabeça.
Quinta-feira (17) eu estava ouvindo uma palestra no grupo espírita que frequento quando o palestrante disse algo no sentido do coração ser um espaço restrito, onde colocamos apenas pessoas especiais. E aquilo ficou na minha mente.
"O coração é um espaço muito precioso, pois não cabe tanta gente, então, colocamos nele pessoas que consideramos importantes, é um espaço muito restrito. Então, quando alguém nos fere o coração, principalmente alguém que amamos, é uma difícil recuperação"
Atualmente ando conversando com algumas pessoas amigas, que passaram ou estão passando por situação semelhante, ou seja, alguém também lhes feriu esse espaço restrito, seja um amigo, um namorado, marido, namorada ou parente...
E vejo o quanto é importante cuidarmos do coração em que temos um espaço. Só nos ferem aqueles quem amamos, isso é fato e o que dizem na crendice popular: "Ah, deixa para lá!". "Não sofre!" "Não ligue"
Meu quebra-cabeça é montado de maneira diferente... Eu sofro! Eu choro! Eu reclamo, demonstro insatisfação (dentro de um limite, claro), e digo aqueles que também estão sofrendo:
"Sofra, chore, sofra tudo! Vele seus mortos e viva o luto assim que conseguir enterrá-los"
Mas continuo com a máxima de que cada um sabe o seu próprio tempo...
E assim vou montando meu quebra-cabeças da vida, porque só eu sei o meu tempo, só eu sei o meu caminho, mas ainda posso contar com a ajuda preciosa das pessoas...
E depois que passar o luto, seja ele qual for, certamente os sorrisos serão mais firmes!
sexta-feira, 23 de março de 2012
Teste de paciência
Um teste de paciência (ou namorado longe é O teste!)
Sempre, mas sempre mesmo fui uma pessoa ansiosa pacas!
(antas e capivaras, para não perder o trocadilho).
E as situações da vida vão ensinando, que é preciso ter
paciência! Simples assim...
Um das reclamações de quem faz parte da minha vida é que eu
quero as coisas para ONTEM! E mais, o não é algo distante de mim. Pois é
galerinha, quem está longe de mim nesse momento, é bom que vocês saibam:
aprendi e estou aprendendo muito!
Não gosto muito de declarações assim, mas agora estou
vivendo uma situação nova, inédita! Nunca antes na história desse país, a
Liziane namorou alguém que mora longe. Pois é! Um teste de paciência diário, na
verdade quase que “tele-sena”, pois de hora em hora você tem que se superar.
Josiel mora em Curitiba, longe pra dedéu! Mas não contente
de morar em Curitiba, ele trabalha na StockCar, ou seja, final de semana de
corrida, esquece! Falar ao telefone é uma lenda, MSN não existe e trocar
mensagens também é furada.
O máximo é um: “Estou vivo amor”. E é aí que você aprende. Porque
aprende a valorizar cada momento junto, cada vez que fala ao telefone ou os
poucos minutos que conseguem ficar juntos no MSN e em especial comemorar juntos
as pequenas vitórias do dia a dia.
Quando você fica longe de quem gosta, certas coisas bobas como briguinhas que podem minar um relacionamento se tornam indispensáveis, pois é preciso
maturidade e jogo de cintura para burlar a distância, economias (sócios das
belas companhias de aviação) e ter paciência principalmente com o sinal da TIM
que ousa cair no melhor da conversa.
A tal da saudade bate forte, mas sentir saudades é um bom
sinal, é sinal de que você quer a pessoa bem. E esse é mais um aprendizado que
estamos nos proporcionando, até o momento em que pudermos ficar juntos
definitivamente.
P.S.: Esse está sendo
meu primeiro final de semana de “corrida”. E vamos combinar, é complicadíssimo!
Minhas palmas as mulheres de mecânicos, pilotos e de todos os envolvidos nessas
corridas aí (risos).
Sorte minha que eu gosto muito de automobilismo e tenho
prazer em acompanhar...
quinta-feira, 22 de março de 2012
Me encanta em você
Eu vejo amor em seus olhos! E sinto o amor em sua pele...
Suas mãos entrelaçadas as minhas, me fazem ter a sensação de que o mundo poderia parar naquele instante.
O que encanta em você, são as reticências felizes de pequenas realizações diárias...
As sementes lançadas em terras férteis para colhermos juntos os frutos
A capacidade de entendimento em um olhar!
O ouvir uma música, e abrir um sorriso porque pensei em algum dos milhares de bons momentos que temos juntos
E abrir um sorriso também por saber que transpomos , às vezes com loucuras, ou serenidade, mas que nos permite aprender juntos
O que me encanta são as descobertas diárias de um amor alicerçado em confiança e cumplicidade...
O sorriso aberto quando abre a porta do carro
A palavra dura, mas amorosa quando algo está errado
O despertar no domingo, num abraço carinhoso
O charme da troca de olhares quando percebemos algo juntos
A mensagem que chega sem eu esperar
Ou o telefonema apenas para dizer: “Eu te amo...”
Mas me encanta mesmo, é o fato e de que agora somo Eu e Você!
Escrevi isso tem alguns dias para o meu namorado Josiel... E como agora senti uma saudade muito grande dele, eu resolvi postar...
E tem tanto tempo que eu não escrevo poesias... Ou algo do tipo...
Agora vem a parte boa, quem descobrir onde é essa foto ganha uma vodca ABSOLUT! hehehehe
quinta-feira, 8 de março de 2012
Mulheres da minha vida!
Eu particularmente nem "gosto" muito desse lance de "dia das mulheres", mas hoje eu preciso homenagear as mulheres da minha vida.
Era uma segunda-feira 7 de março de 2005, cheguei a noite em casa, e minha avó estava lá sentada, na cadeira dela. Eu pedi a benção, e ela me perguntou: "Você está triste?". Eu disse que não, estava normal, sei lá!
Ela se levantou, e com a bengala foi andando até o quarto e disse que ia dormir. Minha avó era uma pessoa engraçada. Uma mulher a frente do seu tempo! Mesmo com seis filhos, enfrentava meu avô e não ligava para a opinião dos outros.
Enfrentou um alcoolismo que lhe tirou a saúde, mas deixou de beber "pelos netos". Era também minha madrinha. Apesar da clara preferência que ela tinha pela minha irmã Lais, era interessante ver o comportamento dela.
Escrachada, falava palavrão e sobre sexo sem pudor nenhum. Era quase páreo para Dercy Gonçalves!
Ela vivia cantando! Como ela gostava de cantar! Aquilo às vezes irritava, mas aos poucos, com a maturidade, fui aprendendo que era aquilo mesmo.
Um dia, eu perguntei: "Vó, o que você tanto pensa?"
- Eu sonho, faço meus castelos de areia...
E ria! Andava o bairro todo, toda vez que vinha para Campo Grande e todos a conheciam.
"Aoooow Dona Zefa", gritava um do outro lado da rua!
E as balas? Estavam sempre no bolso dela! E ela distribuía balas sempre acompanhadas de um sorriso ou uma piada.
E então, pouco mais da meia noite, já era dia internacional da mulher e minha irmã veio em meu quarto, gritando:
"A vó está passando mal, se troca!". Acredito que nunca me troquei tão rápido!
Ela teve um ataque cardíaco! Colocamos ela dentro do carro. Ela em meus braços no banco traseiro, minha mãe dirigindo e minha irmã num desespero tentando reanimá-la com massagem cardíaca. Ao passar pela Praça das Araras, ela deu o "último suspiro".
E morreu, ali em meus braços... No dia da mulher, eu embalei em meus braços o último suspiro de uma das maiores mulheres que conheci!
Eu olhei para a minha irmã e não precisei dizer nada! Nem a minha mãe! Só disse: "Continua!"
Existia outra mulher ali, para ser protegida, era minha mãe, ao volante.
Ao chegar na Santa Casa, o atendente informou o óbito dentro do carro, em meus braços ainda.
"Eu sei, mas não poderia deixar minha mãe se arriscar ao saber que tinha perdido a mãe".
E ali, nos abraçamos, eu, minha mãe e minha irmã. E choramos no Dia da Mulher, a morte de uma grande mulher!
E foi ali, que eu vi, que eu também era uma grande mulher!
E que aquelas duas ali chorando, eram as mulheres da minha vida!
Parabéns a Ana Lucia Furlan Berrocal, Lais Caroline Berrocal Barreto, Liziane Berrocal, Anna Carolina Berrocal, Camila Berrocal e Anna Beatriz Berrocal.
Era uma segunda-feira 7 de março de 2005, cheguei a noite em casa, e minha avó estava lá sentada, na cadeira dela. Eu pedi a benção, e ela me perguntou: "Você está triste?". Eu disse que não, estava normal, sei lá!
Ela se levantou, e com a bengala foi andando até o quarto e disse que ia dormir. Minha avó era uma pessoa engraçada. Uma mulher a frente do seu tempo! Mesmo com seis filhos, enfrentava meu avô e não ligava para a opinião dos outros.
Enfrentou um alcoolismo que lhe tirou a saúde, mas deixou de beber "pelos netos". Era também minha madrinha. Apesar da clara preferência que ela tinha pela minha irmã Lais, era interessante ver o comportamento dela.
Escrachada, falava palavrão e sobre sexo sem pudor nenhum. Era quase páreo para Dercy Gonçalves!
Ela vivia cantando! Como ela gostava de cantar! Aquilo às vezes irritava, mas aos poucos, com a maturidade, fui aprendendo que era aquilo mesmo.
Um dia, eu perguntei: "Vó, o que você tanto pensa?"
- Eu sonho, faço meus castelos de areia...
E ria! Andava o bairro todo, toda vez que vinha para Campo Grande e todos a conheciam.
"Aoooow Dona Zefa", gritava um do outro lado da rua!
E as balas? Estavam sempre no bolso dela! E ela distribuía balas sempre acompanhadas de um sorriso ou uma piada.
E então, pouco mais da meia noite, já era dia internacional da mulher e minha irmã veio em meu quarto, gritando:
"A vó está passando mal, se troca!". Acredito que nunca me troquei tão rápido!
Ela teve um ataque cardíaco! Colocamos ela dentro do carro. Ela em meus braços no banco traseiro, minha mãe dirigindo e minha irmã num desespero tentando reanimá-la com massagem cardíaca. Ao passar pela Praça das Araras, ela deu o "último suspiro".
E morreu, ali em meus braços... No dia da mulher, eu embalei em meus braços o último suspiro de uma das maiores mulheres que conheci!
Eu olhei para a minha irmã e não precisei dizer nada! Nem a minha mãe! Só disse: "Continua!"
Existia outra mulher ali, para ser protegida, era minha mãe, ao volante.
Ao chegar na Santa Casa, o atendente informou o óbito dentro do carro, em meus braços ainda.
"Eu sei, mas não poderia deixar minha mãe se arriscar ao saber que tinha perdido a mãe".
E ali, nos abraçamos, eu, minha mãe e minha irmã. E choramos no Dia da Mulher, a morte de uma grande mulher!
E foi ali, que eu vi, que eu também era uma grande mulher!
E que aquelas duas ali chorando, eram as mulheres da minha vida!
Parabéns a Ana Lucia Furlan Berrocal, Lais Caroline Berrocal Barreto, Liziane Berrocal, Anna Carolina Berrocal, Camila Berrocal e Anna Beatriz Berrocal.
E a todas aquelas mulheres, que lutam para ser respeitadas como mulheres...
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Como está o terreno dos seus relacionamentos?
Olá pessoas... Meio enferrujado esse blog né?
Mas é o coração! Que também estava bem enferrujado, e agora está sendo limpo... E terreno limpo é terreno bom para construir casa nova.
E aquele que já construiu uma casa de maneira errada, quando vai construir a próxima, deve estar atento para não construir com os mesmos erros!
Essa nova casa deve ser com alicerce firme. E o mesmo vale para os relacionamentos! Seja de amizade, profissional ou amoroso: é preciso solo limpo e firme e alicerces seguros!
Eu sempre escrevo - nas poucas vezes que escrevo, confesso, sobre as coisas que de certa forma fazem parte do meu dia a dia! E ando passando por situações pessoais que me levam a reflexão diária, aliás, reflexão "tele-sena", ou seja, aquela de hora em hora!
E uma delas é sobre relacionamentos. Digo que o amor é um castelo construído no terreno do coração!
Errei ou erramos? Qual é a definição certa para um relacionamento, quando ele "termina". Muitas vezes, em nosso egoísmo, falamos o "ele errou". Mas é uma troca? Ora! Então erramos!
E isso em todas as esferas, seja no ambiente de trabalho, na vida afetiva, familiar ou círculo de amizades.
Erramos. Geralmente em não ter trabalhado bem o alicerce.
Quando um prédio caí, sabemos que a maioria das vezes o erro está no alicerce com que ele foi fundado.
Isso é o que de fato a ciência exata mostra. Claro que o alicerce de uma relação é abstrato, não é possível fazer cálculos matemáticos tipo: "6Xcarinho X 15%habilidade+95%de tolerância X 9xyamor".
Daí, a probabilidade de construir um castelo de areia é imenso!
Mas é possível trabalhar os sentimentos - sim, relação é com base de sentimentos, sem chance de dizer que é outra coisa, e com isso criar um alicerce "abstrato" porém firme!
E vamos combinar: não há fórmula pronta para isso!
É preciso honestidade para saber reconhecer erros, inteligência para aprender com eles e desprendimento para recomeçar a limpar o terreno...
O meu está na fase de terraplanagem...
E gente, o castelo vai ser lindo!
(a propósito, eu entrei no blog hoje para escrever uma poesia para meu namorado, porém esse texto veio em minha mente assim...)
Mas é o coração! Que também estava bem enferrujado, e agora está sendo limpo... E terreno limpo é terreno bom para construir casa nova.
E aquele que já construiu uma casa de maneira errada, quando vai construir a próxima, deve estar atento para não construir com os mesmos erros!
Essa nova casa deve ser com alicerce firme. E o mesmo vale para os relacionamentos! Seja de amizade, profissional ou amoroso: é preciso solo limpo e firme e alicerces seguros!
Eu sempre escrevo - nas poucas vezes que escrevo, confesso, sobre as coisas que de certa forma fazem parte do meu dia a dia! E ando passando por situações pessoais que me levam a reflexão diária, aliás, reflexão "tele-sena", ou seja, aquela de hora em hora!
E uma delas é sobre relacionamentos. Digo que o amor é um castelo construído no terreno do coração!
Errei ou erramos? Qual é a definição certa para um relacionamento, quando ele "termina". Muitas vezes, em nosso egoísmo, falamos o "ele errou". Mas é uma troca? Ora! Então erramos!
E isso em todas as esferas, seja no ambiente de trabalho, na vida afetiva, familiar ou círculo de amizades.
Erramos. Geralmente em não ter trabalhado bem o alicerce.
Quando um prédio caí, sabemos que a maioria das vezes o erro está no alicerce com que ele foi fundado.
Isso é o que de fato a ciência exata mostra. Claro que o alicerce de uma relação é abstrato, não é possível fazer cálculos matemáticos tipo: "6Xcarinho X 15%habilidade+95%de tolerância X 9xyamor".
Daí, a probabilidade de construir um castelo de areia é imenso!
Mas é possível trabalhar os sentimentos - sim, relação é com base de sentimentos, sem chance de dizer que é outra coisa, e com isso criar um alicerce "abstrato" porém firme!
E vamos combinar: não há fórmula pronta para isso!
É preciso honestidade para saber reconhecer erros, inteligência para aprender com eles e desprendimento para recomeçar a limpar o terreno...
O meu está na fase de terraplanagem...
E gente, o castelo vai ser lindo!
(a propósito, eu entrei no blog hoje para escrever uma poesia para meu namorado, porém esse texto veio em minha mente assim...)
Assinar:
Postagens (Atom)






